Itajubá

Com pouco menos de cem mil habitantes, Itajubá é chamada de cidade “tecnópolis” graças ao desenvolvimento da indústria baseada em alta tecnologia.

É ali, por exemplo, que fica a sede do LNA (Laboratório Nacional de Astrofísica), unidade de pesquisa pertencente ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.  E é também ali que está em construção o maior complexo de inovação da América Latina, o Instituto Senai de Inovação, que será inaugurado em 2020.

A cidade combina tecnologia, qualidade de vida, empreendedorismo e variadas opções universitárias. Assim, conta com grande número de empresas, repúblicas estudantis, bares e gente jovem.

Cinco tradicionais instituições de ensino estão ali instaladas.

A mais antiga é a Unifei (Universidade Federal de Itajubá), com mais de um século de história. Lá estudam cerca de seis mil alunos(as), provenientes de várias regiões do Brasil e do mundo.

Outra com longa história é a Escola de Enfermagem Wenceslau Braz, criada em 1955, hoje denominada Faculdade Wenceslau Braz.

Há ainda a Fepi (Fundação de Ensino e Pesquisa de Itajubá) e a Facesm (Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas do Sul de Minas), ambas fundadas em meados da década de 1960, e também a Faculdade de Medicina de Itajubá, criada em 1968.

Estudo, moradia e agito

A vida universitária em Itajubá é para lá de movimentada. Somente o DCE da Unifei, por exemplo, promove cerca de sessenta festas por semestre. Podem participar não só estudantes da casa como também de outras instituições.

O custo de vida para estudantes é considerado baixo quando comparado a cidades maiores e capitais, especialmente para quem opta por morar em repúblicas. A conta no final do mês – incluindo internet  e colaboradora doméstica – costuma ficar em cerca de R$ 600. Só no entorno da Unifei, há cerca de oitenta repúblicas com média de dez habitantes cada uma.

Colaboração: DCE/Unifei
Foto: Ascom/Prefeitura de Itajubá

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